A entrevista da PLAYBOY
A entrevista da PLAYBOY existe desde 1962. O primeiro entrevistado foi o jazzista Miles Davis que, no entanto, falou mais de direitos civis e racismo do que de música na longa sessão de perguntas e respostas.
Desde então, a entrevista é uma das marcas registrada da PLAYBOY e a edição brasileira a mantém exatamente como foi concebida por Hugh Hefner:
1 – o título é sempre o nome do entrevistado
2 – o “olho” (aquele texto que introduz o personagem) começa sempre com “uma conversa franca com…”
3 – três fotografias aparecem na parte de baixo da página (naPLAYBOY brasileira em preto e branco, para honrar a tradição, mas a edição americana hoje as publica em cores).
Para fazer uma boa entrevista, o repórter primeiro prepara um dossiê com tudo o que já foi dito e publicado sobre o personagem. Muitas vezes, conversa antes com amigos (ou desafetos) dele para colher impressões. É montada então, pelo repórter e pelo editor, uma pauta básica de pelo menos 150 perguntas. Mas a lista de perguntas é apenas um guia, pois a conversa deve fluir leve, solta e a função do bom repórter é deixar seu entrevistado falar. E falar. E falar.
A entrevista da PLAYBOY é feita em pelo menos duas etapas. Às vezes, em três ou quatro. Depois da primeira sessão, a entrevista é transcrita, lida pelo editor e pelo redator-chefe (e, em alguns casos, também pelo diretor de redação) que avaliam quais questões ficaram sem resposta e que assuntos devem ser aprofundados. Novas perguntas são formuladas e parte-se para a segunda estapa da entrevista. E assim por diante.
Pelo nosso “entrevistão”, como carinhosamente o chamamos na redação, já passaram escritores, compositores, dramaturgos, atrizes, atores, economistas, apresentadores e três presidentes da República. Não por acaso, a entrevista da PLAYBOY é hoje um dos espaços mais nobres do jornalismo brasileiro.
Por isso, não tenha receio de dizer: “Eu compro a PLAYBOY só para ler a entrevista”. Nós adoramos quando dizem isso.










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17 comentários
Adoro o entrevistão! Mas tenho sentndo falta de mais mulheres.
Depois da Sandy, bem que podia vir no entrevistão a Pitty né?
A frase mais famosa da Sandy vai estar no olho?
Eu assino Playboy só por causa da entrevista.
Nao assinaria apenas pra ver fotos da Fernanda Young, Ariadna, Galisteu…
“Eu compro a Playboy só pra ler a entrevista” – Escrevo essa palavras cruzando os dedos das mãos
E o que vc achou da acusação (“Fazer o quê? A imprensa foi sensacionalista”,”Tiraram a frase do contexto e fizeram manchete com ela”) da Sandy?
O segredo de fazer “chamada” é destacar o que há de mais impactante na reportagem (ou entrevista). Por exemplo: “Dilma Rousseff faz reunião com ministros e afirma que vai demitir Nelson Jobim”. Qual seria a melhor chamada: “Dilma Rousseff faz reunião com ministros” ou “Dilma Rousseff afirma que vai demitir Nelson Jobim”?
Ou Aran, me perdõe, mas compro a Playboy em primeiro lugar pelo ensaio, depois entrevista. Sempre que converso com meus professores, dos mais cultos, aos mais populares, eles sempre me dizem: A Playboy é sem sombra de dúvidas uma referência, quanto a entrevistas e reportagens. De fato, a qualidade do trabalho, e a veracidade quanto ao que é dito é inquestionável.
Sinto falta de mais entrevistas com mulheres. Dá a impressão que a Playboy prefere entrevistar jogador de futebol que não tem nada a dizer, a mulheres interessantíssimas, como a filósofa Márcia Tiburi, Gal Costa, Monica Waldvogel, Fátima Bernardes, Alinne Moraes, Juliana Paes. Por que esse descaso com as mulheres no entrevistão?
Kd o blog da Silvia Pilz eu olhei hj e naum achei ele preferi perguntar aqui primeiro antes de parar de visitar o site pois o blog sem vergonha era o melhor blog que tinha aqui
Prezado Edson Aran,
Sou leitora da revista playboy faz alguns anos, desde então percebo a seriedade e justeza que tem para seus leitores, por isso até hoje faço a defesa veemente da proposta da revista para além de mero periódico de mulheres peladas, mas também como instrumento de comunicação sócio-cultural e até mesmo ‘político’.
Comecei a transitar pela revista virtualmente por meio das redes sociais e principalmente, especialmente via o blog genial, que é o ‘Sem Vergonha’ redigido pela jornalista Silvia Pilz. Do meu ponto de vista esse blog foi uma das sacadas mais incríveis que a ‘playboy’ teve, pois de todas as nuanças que a revista percorre, faltava alguém, uma mulher (sacada mais perfeita ainda) da desenvoltura de Pilz para falar de sexo de forma natural e sem amarras morais, sobretudo, porque não só os homens se identificavam e se divertiam com suas ‘estórias’, mas também as mulheres, que apesar de ser o público mais tímido da revista (obviamente por ser uma revista masculina), estavam, cada vez mais, marcando presença no ‘Sem vergonha’, aplaudindo, outras vezes intrigando-se com as aventuras eróticas da autora. Sem dúvida alguma a ‘playboy’ estava inaugurando, ou melhor, dizendo, construindo um espaço literário (de forma ‘acidental’ ou proposital) por meio dos contos, das narrativas eróticas de Silvia Pilz, que, contudo, foi interrompido abruptamente.
Lamentável a saída do blog ‘Sem Vergonha’ do ar, porém mais lamentável que isso foi à saída do blog sem qualquer diálogo para com seus fiéis leitores, que contradiz a práxis da revista: o respeito e a boa comunicação com seu público… Mas não foi bem assim que ocorreu e até agora estou espantada com tal atitude.
De fato, tanto o blog ‘Sem vergonha’ e sua criativa escritora Silvia Pilz representam inestimáveis perdas para revista e a todos seus seguidores, que ainda pode ser reparada com o retorno do blog ou no mínimo com uma explicação plausível para os leitores do término do mesmo. Além do merecido respeito, reconhecimento e valorização para com o profissional responsável por essa mídia social.
P.S: É ‘engraçado’ ou até mesmo irônico perceber que quase todas as revistas da editora abril reservam virtualmente blogs com temáticas autênticas em seus espaços, que contemple, agregue e agrade cada vez mais leitores. Por exemplo, só a revista ‘Alfa’ nos presenteia com aproximadamente 19 blogs! Enquanto a revista Playboy tira de uma só vez dois grandes blogs do ar, sem mais, nem menos: o blog ‘Sem Vergonha’ e o blog do Tio Dino, que aqui cabe a menção de ser um blog que se destaca, também, pela irreverência e qualidade.
Bom, as questões estão colocadas.
E sei que você como profissional de renome que és e diretor de redação da revista Playboy não nos deixará de responder nossos questionamentos.
Ficaremos no aguardo.’
Alanna
caro senhor perdoe-me novamente, mas aonde está a SEM VERGONHA?
A sessão de entrevistas da Playboy, dar espaço para toda e qualquer celebridade falar o que pensa, ou mesmo o que acha sobre qualquer assunto.
Na minha opinião as entrevistas da Playboy são muito inteligente do que outras revistas.
Por que meu comentário sobre o ‘sem vergonha’ não foi publicado?Fui super educada nos meus questionamentos,como leitora da revista e do site estou no meu direito ou não?!…
uma entrevista otima seria com ratinho, ou EDSON ARAN otima entrevista!!!
Caro Editor da Revista Playboy,
Não aguento mais essas mulheres do BBB, do Panico ou as frutas. Onde estão as cantoras, atrizes, jornalistas, modelos? Ou seja onde estão as mulheres que tem algo a passar por fora e por dentro? Que verdadeiramente estimulam nossa imaginação, nossa curiosidade e nosso tesão por serem diferenciadas.
Essas mulheres do BBB são comuns demais, já apareceram semi-peladas em vários lugares e não são dignas de estarem em uma revista que um dia teve como capa Maitê Proença, Bruna Lombardi, Fernanda Young, Christiane Torloni e ttantas outrs tão especiais quanto.
A continuar assim terei que cancelar minha assinatura e lamentar muito a decadência daquela que já foi a melhor revista voltada ao publico masculino inteligente do Brasil.
E aí,Sr. Aran,lembra que eu disse que ia vender pouco e que a culpa era somente sua?Que sirva de lição pro ano que vem e que tenha mais humildade ao ouvir os leitores.
………“Playboy” de Adriane Galisteu vende abaixo do esperado
Os números das vendas da “Playboy” de aniversário ainda não estão fechados, mas o comentário na redação da revista é de que a edição com Adriane Galisteu na capa vendeu bem abaixo do esperado. O número de exemplares vendidos não deva chegar nem a 500 mil. Quando foi capa da publicação em agosto do ano passado, Cleo Pires alcançou a marca de 700 mil exemplares
Ainda que tenha feito um dos ensaios mais bonitos dos últimos tempos (os cliques, de muito bom gosto, foram realizado em San Pietro di Positano, na Itália), Galisteu não conseguiu chamar a atenção do público masculino e foi ofuscada pela polêmica entrevista de Sandy, que acabou tornando-se a principal atração da revista deste mês.
Por Favor Aran coloca a edição da Adriana do BBB aquela capa secundária á venda na loja abril porque onde moro não tem.