Estive recentemente com Pesquisa, renomada analisadora de problemas comezinhos de nosso cotidiano. Alertou-me sobre os perigos de tentar levar uma vida extramente saudável: “Pode dar câncer” e o esmalte vermelho em mulheres de meia idade: “Mais propensas a um relacionamento sério”, diz Pesquisa.

Pesquisa abordou também alguns problemas urbanos interessantes como as bitucas de cigarro. A quantidade delas despejadas anualmente no chão de nossas metrópoles daria para alimentar a África inteira por 5 anos. Se o pessoal de lá comesse bitucas, evidentemente.

Alheio à nossa conversa didática estava Estudo, seu marido, que do outro lado da varanda contemplava um céu enegrecido.

Ergueu a mão e firmou o indicador para o grande cinza: “Vai chover”, apontou Estudo.

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As discussões não levam a nada porque não foram suficientes para render um soco. As agressividades das suas palavras é que direcionam meu punho contra a vossa face.

Chega de violência gratuita. Vamos capitalizar!

Uma pesquisa da Middlesex University, de Londres, revelou que 85% dos turistas brasileiros se preocupam com a violência no Rio de Janeiro. Os estrangeiros se preocupam menos: 61%.

O que me preocupa no Rio não é sair na rua. É conseguir voltar dela.

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Não existe uma prova classificatória para casamentos e a procriação de filhos. Embora houvesse, estaria sob a sentinela de um apêndice governamental como o MEC, que o subjugaria ao anencéfalo ENEM.

Qualquer babaca com alvará pode vir a ser um progenitor de sucesso e transmitir seus genes iluminados a uma pobre criança. Afinal, a cabeça que pensa não participa do processo.

Ninguém pede para nascer. Mas clama aos céus para ser chamado de idiota.

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O novo Ministério das Irregularidades cumpre bem o seu papel ao escolher especialista em propina para a Secretaria de Escândalos. O Gabinete da Subtração e Prejuízo ao Tesouro já deu seu parecer favorável à contratação de aviltadores de carreira.

O subsecretário da Agência Regulamentadora de Fomento à Fraudes foi enfático em seu desacordo de eliminar o Plano Nacional de Usurpação do Erário da pauta da Câmara.

José Sarney vê um Brasil mais claro, democrático e torpe com essas medidas.

Isso e aquilo outro você encontra mais na Fan-Page Tio Dino.