Um dos temas mais recorrentes da atualidade é fazer comentários anódinos sobre o desenvolvimento da China. Fala-se da vanguarda da indústria, da agricultura, da ciência, dos esportes e até de um novo capitalismo chinês. Mas pouco se trata dos avanços desse grande playboy-comunista-de-carteirinha: o camarada Mao Tsé-Tung. Mas, que fique bem claro, dos avanços sobre a derrière de seus concidadãos e colegas de Partido. Em 30 anos de poder absoluto, esse misto de Hugo Chávez com Sargentelli teve mais de 3 mil amantes. E isso tudo se recusando a tratar uma doença sexualmente transmissível que infectou centenas de parceiras, sem escovar os dentes (“o tigre não precisa escová-los”) e tomando banho somente no Ano do Porco.

Na verdade, Mao preferia mesmo era ser esfregado com panos úmidos por seus guarda-costas. E estes, dizem os biógrafos, vez ou outra saíam esbaforidos do quarto do Grande Timoneiro, escandalizados com seus xavecos sem claquete. Contudo, aos 60 anos, nem a acupuntura nem o ginseng impediram-no de ficar estéril. E, à medida que ia envelhecendo, preferia cada vez menos os guarda-costas e mais as ninfetas. Dormia com até cinco chinesinhas ao mesmo tempo e incentivava as amantes a apresentá-lo a outras lolitas. Como resultado da bizarrice sexual, acabou pegando herpes genital. Conclusão: que Livro Vermelho, que nada, o Mao queria era rosetar.