Nascido Henry Warren Beaty (com um T só) em 1937, é irmão da atriz Shirley MacLaine e certamente um dos caras mais bonitos a passar por Hollywood, com 1,88 metro e olhos azuis que hipnotizavam as mulheres, mesmo aquelas acostumadas a seduzir os homens, as estrelas de cinema. No primeiro filme, fez par com Natalie Wood na tela e nos bastidores, para desespero de Joan Collins, sua namorada. Adepto do lema “Ame-as, deixe-as”, logo engatou romance com Lana Wood enquanto revia as “ex”.

Não por acaso, em 1962 o presidente John Kennedy queria que ele o interpretasse em filme de Elia Kazan. Mesmo dizendo “não”, continuou amigo dos Kennedy, e de Bob em especial. Beatty costumava atender aos telefonemas femininos falando “What’s new, pussycat?” (“O que há de novo, gatinha?”). A frase virou nome de filme em 1965. Ainda em 1965, conheceu Julie Christie. Apaixonou-se e até comprou uma casa, pensando em montar família. Mas Julie era a mulher errada, tanto que lhe deu um pontapé por telefone, em 1974. Quando fez Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas (1967), tornou-se o principal nome do cinema, atuando ao lado de – e pegando – Faye Dunnaway. A lista é imensa e inclui cantoras como Madonna e Carly Simon, entre outras. Se, com Madonna, Beatty chegou até a gravar uma música, o final infeliz com Carly teria gerado o hit You’re So Vain – algo como “Você é tão fútil”. Em 1994, Beatty casou-se com Annette Bening, com quem teve quatro filhos. Warren Beatty aposentado? Parece que não: em 1997 teria tido um romance com a atriz Hale Berry. Embora não conste nas listas internacionais, a brasileira Sonia Braga também teve um affair com o ator, em 1985. Sobre ele, teria cunhado a frase: “Ir a Hollywood e não ficar com Warren Beatty é como ir a Roma e não ver o papa”. Pelo sim, pelo não, publique-se a lenda.