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		<title>Entrevista: Dráuzio Varella</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O médico mais famoso do Brasil fala sobre seu fascínio pelo mundo dos presos, internação compulsória para viciados em crack, ateísmo, o “crime” da Igreja Católica, homeopatia, calvície, Viagra e a doença que quase o matou]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42887" title="destaque-drauzio" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/destaque-drauzio.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Quando voluntário no complexo penitenciário do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo, Drauzio Varella pediu a um preso que lhe arrumasse uma pedra de crack. A droga ali era tão comum quanto os ratos e as baratas que faziam companhia aos mais de 7 mil detentos. O plano era fumá-la em casa, sozinho. O médico queria conhecer, na prática, os efeitos da praga que havia transformado muitos de seus pacientes em zumbis. O preso – um traficante carioca – deu dois motivos para demovê-lo da ideia: “O senhor pode ficar viciado ou ter um ataque cardíaco e morrer”.</p>
<p>Cancerologista formado pela Universidade de São Paulo (USP) e ex-professor de cursinho, no qual somou o conhecimento científico a seus dotes de comunicador, Drauzio talvez deva a vida às pessoas do universo obscuro pelo qual se interessou. Ele não sabe explicar com exatidão a origem de seu fascínio pelo ecossistema das cadeias. “É uma coisa que vem desde criança”, resume. Ao longo da infância e da adolescência, assistiu a uma porção de filmes que exploravam o tema. Caso de <em>Brutalidade </em>(1947), que reveria 40 anos depois. Para sua própria surpresa, a história, as cenas, as falas, tudo permanecia fresco em sua memória.</p>
<p>Em 1989, o médico pisou pela primeira vez no Carandiru, onde ficou parte do dia gravando um vídeo educativo sobre a aids – ele é um dos pioneiros no tratamento da doença no país. Na ocasião, experimentou a mesma sensação de quando via aqueles filmes do passado. Semanas se passaram sem que conseguisse esquecer as imagens e os sons do presídio. Então, pensou: “Preciso me aproximar disso”. E lá se vão 24 anos “no ramo”, do qual ficou longe por apenas sete ou oito meses.</p>
<p>Da relação com os presos da Casa de Detenção, desativada em 2002 – dez anos depois do massacre de 111 presos pela tropa de choque da Polícia Militar –, nasceu o best-seller <em>Estação</em> <em>Carandiru, </em>com quase 500 mil exemplares vendidos. O livro virou filme, série de televisão e peça de teatro, além de ter servido de base para uma profusão de trabalhos acadêmicos. Com a obra, o especialista em câncer ganhou projeção nacional. Do contato com os agentes penitenciários do complexo veio <em>Carcereiros</em>, lançado no ano passado e desde então presença constante nas listas dos mais vendidos. Atualmente, Drauzio está escrevendo <em>Prisioneiras, </em>fruto de um trabalho que já se estende por seis anos na Penitenciária Feminina da capital paulista. O livro deve ser publicado em 2014, fechando a trilogia.</p>
<p>Se o escritor parece instigado a encerrar seu trabalho como cronista do cotidiano carcerário, o médico não dá sinal de parar com o atendimento aos que estão atrás das grades. Ele se diz feliz com essa e suas demais atividades: a apresentação de um quadro no <em>Fantástico</em>, na TV Globo, uma coluna no jornal <em>Folha de</em> <em>S.Paulo</em>, a coordenação de um projeto no Rio Negro, na Amazônia, onde realiza pesquisas com as plantas da floresta, o atendimento a pacientes com câncer e a participação em congressos pelo Brasil afora. A despeito de sua agenda, o paulistano nascido e criado no Brás, de forma milagrosa, ainda encontra tempo para tomar cerveja com os amigos carcereiros, brincar com as netas e correr de 40 a 50 quilômetros por semana.</p>
<p>O editor <strong>Ricardo Arcon </strong>conversou com o oncologista e escritor por 4 horas e meia. Foram duas sessões de entrevista, ambas em seu consultório, na Bela Vista. O jornalista viu no médico, que completará 70 anos em maio, um entrevistado dos sonhos: eloquente, claro, avesso a tergiversações, detalhista, polêmico e bem disposto. “Fiquei impressionado com tamanha exuberância física e mental. Em nenhum momento Drauzio demonstrou qualquer sinal de cansaço, apesar do turbilhão que é sua vida e da longa conversa. Na segunda sessão, contou que havia começado o dia fazendo uma caminhada rápida pelas escadarias do prédio em que mora. Subira oito vezes os 16 andares. É assim que ele se exercita quando não dá tempo de correr no Parque do Ibirapuera, onde se prepara para as maratonas que encara no Brasil e no exterior”, relata Arcon. Casado com a atriz Regina Braga há 32 anos, Drauzio Varella mostrou ainda o que lhe deu tanta credibilidade como médico e comunicador: a franqueza, disparada muitas vezes à queima-roupa.</p>
<p><strong>O que move um médico com tantas atividades, desde a pesquisa científica até a comunicação de massa, passando pela clínica médica com uma vertente social, como é o caso do seu interesse pelos presos?<br />
</strong>Sabe,<strong> </strong>sou de uma geração que tinha interesse<strong> </strong>pelo Brasil. Os sonhos eram<strong> </strong>grandes. Mantenho esse espírito de<strong> </strong>que você deve fazer um pouco pelo seu país. É preciso dividir o conhecimento. Veja os universitários de hoje. O que eles fazem além de pintar os calouros e pedir esmola no farol para beber? Qual é o movimento que se tem? Veja a UNE <em>[União Nacional dos Estudantes]</em>. São um bando de pelegos pagos pelo governo para não encher o saco. A maioria dos universitários está perdida.</p>
<p><strong>Aos olhos da população, você é uma espécie de “doutor sabe-tudo”: especialista em câncer, aids, obesidade, </strong><strong>transtornos mentais, dependência química&#8230; Você realmente sabe tudo?<br />
</strong>Tenho uma formação geral<strong> </strong>razoável em medicina. E gosto de ler,<strong> </strong>estudo muito. Mas o que faço na televisão<strong> </strong>e na imprensa é explicar. E, para explicar, não é preciso ser especialista. Basta conhecer o assunto. Posso falar de anorexia, por exemplo, mas, se você trouxer uma anoréxica aqui, não me atrevo a tratá-la.</p>
<p><strong>Você é uma celebridade. Muitos médicos torcem o nariz para o seu trabalho?<br />
</strong>Tem médico que critica, acha<strong> </strong>que eu deveria falar só de câncer. Essas<strong> </strong>críticas vêm todas por trás. Mas já<strong> </strong>foi pior. Fui fazendo tantas coisas em<strong> </strong>tantas áreas que, no fim, acho que o<strong> </strong>pessoal se acostumou. “Ah, esse cara<strong> </strong>fala de tudo mesmo&#8230; Deixa quieto.”</p>
<p><strong>O ator e dramaturgo Marcos Caruso disse que já deu muitos autógrafos em seu lugar. Com quem você se acha mais parecido, com ele, José Serra ou o Mr. Burns, dos </strong><strong><em>Simpsons?<br />
</em></strong><em>[Risos.]</em><strong> </strong>Com o Mr. Burns é a primeira vez que<strong> </strong>eu ouço. Bom, talvez eu seja um pouco.<strong> </strong>Com o José Serra é comum falarem.<strong> </strong>Quando gravo em favela, é normal ouvir:<strong> </strong>“Olha o Serra aí!” Em relação ao Caruso,<strong> </strong>também acontece, mas é menos.</p>
<p><strong>Você faz tanta coisa e ainda acha tempo para liderar um projeto científico na Amazônia. Que contribuição à medicina a floresta pode dar?<br />
</strong>Muita, mas essa questão precisa<strong> </strong>ser bem entendida. Existe hoje uma<strong> </strong>quantidade muito grande de pessoas,<strong> </strong>esse pessoal da medicina alternativa,<strong> </strong>que defende os chamados remédios<strong> </strong>naturais como se estes fossem uma<strong> </strong>religião. Dizem que remédios alopáticos<strong> </strong>fazem muito mal à saúde e que a<strong> </strong>medicina feita com chás, homeopatias<strong> </strong>e não sei o que é a única coisa que ajuda<strong> </strong>o ser humano. No passado, a medicina<strong> </strong>era feita com chás, ervas, poções,<strong> </strong>toda essa parafernália. E o que acontecia?<strong> </strong>Morria todo mundo aos 40 anos.</p>
<p><strong>Homeopatia não funciona?<br />
</strong>Eu não entendo de homeopatia. É como se você, um jornalista, lesse uma reportagem que um colega seu escreveu em grego. Você teria condição de analisá-la? É outra língua, não existe diálogo possível. Não entendo as coisas que esse pessoal fala. Nunca as aprendi na fisiologia. O que falta para a homeopatia, e não sei se eles vão fazer isso um dia, são pesquisas que obedeçam à metodologia científica exigida para os estudos feitos com os remédios alopáticos.</p>
<p><strong>Em 2004, você contraiu febre amarela na Amazônia. Como um médico experiente e que vive cobrando as pessoas para cuidar da saúde não se vacinou contra uma doença dessas?<br />
</strong>Eu não fico cobrando as pessoas; fico<strong> </strong>sugerindo&#8230; <em>[Risos.] </em>Sabe o que acontece?<strong> </strong>Essas ameaças à saúde vêm sempre<strong> </strong>de onde menos se espera. Eu nunca tinha<strong> </strong>visto febre amarela naquela região<strong> </strong>da Amazônia. De todo modo, foi uma<strong> </strong>estupidez minha. Minha vacina estava<strong> </strong>vencida havia mais de 20 anos. Realmente<strong> </strong>bobeei. E paguei um preço alto.</p>
<p><strong>Você ficou bem mal ali, né?<br />
</strong>Pensei que fosse morrer. E não achei isso influenciado por emoção ou medo, não. Foi tecnicamente mesmo. Eu via as provas de como a função hepática estava se deteriorando e a velocidade com que aquilo acontecia. Foi assustador. Já estava entrando em coma hepático.</p>
<p><strong>A sombra da morte o fez repensar seus valores? Chegou a amolecer seu notório </strong><strong>ceticismo?<br />
</strong>Isso não. Continuei ateu.</p>
<p><strong>Como é ser ateu no Brasil?<br />
</strong>Os religiosos são muito autoritários. Vem um cara e te diz que foi Nero na outra encarnação; outro fala que Deus está no céu e que, se você for à missa uma vez por semana, será recebido lá em cima por anjinhos tocando corneta; outro diz que Maomé&#8230; E você tem de aceitar isso. Aí você diz que é ateu e te tratam como se você fosse imoral. As pessoas mais generosas que eu conheço na vida são ateias.</p>
<p><strong>Já sofreu preconceito por ser ateu?<br />
</strong>Muitas vezes. Não faz muito tempo, uma senhora me parou na rua e falou: “O senhor é um homem que faz tantas coisas boas&#8230; Como pode ser ateu? Fiquei tão decepcionada!” Não falei nada, mas minha vontade era dizer: “A senhora é religiosa? Poxa, que decepção!” Essa coisa da crença é engraçada. Ela não está sob o seu controle. Não acho que o ateu seja ateu porque não quer ser religioso. O ateu é como o homossexual. Ninguém é homossexual porque acha bonito ser homossexual. Ô, vida desgraçada que levam os homossexuais, né? Eu gostaria de ser religioso, de ir à missa no domingo e tudo.</p>
<p><strong>A Igreja Católica é conservadora em relação a temas diretamente ligados à medicina: aborto, eutanásia, células- tronco, preservativo&#8230; Que avaliação você faz sobre a atuação dela no que diz respeito a essas questões?<br />
</strong>Acho que a Igreja tem todo o direito de defender seus pontos de vista e querer que seus fiéis obedeçam a eles. O que não pode é obrigar a sociedade a seguir isso. Quando ela diz que não se deve usar camisinha, não está se referindo apenas aos católicos, mas a todo mundo, o que é de um autoritarismo absurdo. Posso te dar um exemplo?</p>
<p><strong>À vontade.<br />
</strong>Vá a uma cidade qualquer no interior. Lá longe, na beirada do Rio Negro, ou no Nordeste. O posto de saúde tem caixas de camisinha, e ninguém vai buscar, com exceção da mulher casada, que vai usá-la para contracepção. Você acha que uma menina de 15 anos que começou a vida sexual agora vai buscar camisinha? Depois a mulher do posto conta para a cidade inteira. E por que o pessoal não sai pela cidade distribuindo, indo atrás dos adolescentes, da população que corre risco? O prefeito não quer ficar mal com o padre da região. O deputado não quer ficar mal com o bispo. Esse é o poder que a Igreja tem. Político nenhum enfrenta a Igreja.</p>
<p><strong>Está se referindo em especial à Igreja Católica?<br />
</strong>A ela, especificamente.<strong> </strong>As outras não são diferentes, não. Mas<strong> </strong>elas têm menos poder. O poder religioso<strong> </strong>no Brasil é o da Igreja Católica.<strong> </strong>Ela controla os centros de decisão.<strong> </strong>Essa é que é a atitude criminosa. Num<strong> </strong>mundo em que existe aids, você vai dizer<strong> </strong>que não se deve usar camisinha?!?<strong> </strong>Isso é crime. O governo não pode<strong> </strong>admitir interferência nesse tipo de<strong> </strong>questão. E é assim em relação ao resto.<strong> </strong>Pegue a questão das células-tronco.<strong> </strong>“Os católicos não devem se beneficiar<strong> </strong>de estudos com células-tronco.”<strong> </strong>O.k., perfeito. Mas negar isso para a<strong> </strong>sociedade inteira?!? A Igreja Católica<strong> </strong>quer impor seu pensamento como<strong> </strong>se ele fosse uma verdade universal.</p>
<p><strong>Se você fosse parar na mesa de cirurgia de um hospital público na periferia de uma cidade no interior do Brasil, nem assim pediria uma ajudazinha ao homem lá de cima?<br />
</strong><em>[Gargalhada.] </em>Se me deixassem<strong> </strong>parar num lugar desses, é porque<strong> </strong>não estavam interessados em mim.</p>
<p><strong>Você tem larga experiência com pacientes graves e terminais. Não são poucos os que, nessa condição, recorrem a tratamentos e cirurgias espirituais. O que acha disso?<br />
</strong>Não acho errado eles procurarem por isso. O problema é que, em 40 anos de profissão, eu nunca vi ninguém se beneficiar. Adoraria ver alguém se curar com essas coisas.</p>
<p><strong>Qual é a sua opinião sobre o trabalho de médiuns como o falecido Chico Xavier e João de Deus?<br />
</strong>Você acha<strong> </strong>que dá para curar alguém com uma<strong> </strong>bênção, um passe? Se você faz isso e<strong> </strong>a pessoa se cura, você pode fazer um<strong> </strong>carro andar sem gasolina. Por que a<strong> </strong>energia que essas pessoas mobilizam<strong> </strong>só vale para a vida, e não para a mecânica?<strong> </strong>Porque na medicina você não<strong> </strong>tem como quantificar. Como funcionam<strong> </strong>as doenças, sobretudo as crônicas?<strong> </strong>Você tem dias melhores e dias piores. Se você tomou umas gotas ou recebeu um passe num dia e no dia seguinte a doença se acalma por alguma razão, você acha que foi aquilo. Aí falam: “Ah, pelo menos você dá uma esperança!” Essa coisa de dar esperança à custa da mentira não é ética.</p>
<p><strong>Chico Xavier mentia? João de Deus mente?<br />
</strong>Não sei. Nunca os vi em atividade.<strong> </strong>Mas, se você afirma às pessoas<strong> </strong>que vai curá-las com um passe ou um<strong> </strong>chazinho, está sendo desonesto. Se<strong> </strong>fizer isso em nome de Deus, pior ainda.<strong> </strong>Não sei se o Chico Xavier fazia isso<strong> </strong>nem se o João de Deus faz. Agora, se<strong> </strong>você fala que vai fazer algo para que a<strong> </strong>pessoa fique mais tranquila e tal, aí,<strong> </strong>tudo bem. Mas esse negócio de “toma<strong> </strong>esse chazinho três vezes ao dia que o<strong> </strong>câncer vai embora”&#8230; Pô, que é isso?!?</p>
<p><strong>Como o médico deve dar uma notícia ruim ao paciente?<br />
</strong>Com empatia.<strong> </strong>A pessoa tem de sentir que o médico<strong> </strong>está sintonizado no mesmo canal que<strong> </strong>ela. Essa coisa que a medicina americana<strong> </strong>trouxe, de falar que a pessoa<strong> </strong>está com câncer como se estivesse<strong> </strong>informando que está chovendo, é um<strong> </strong>absurdo. Não dá para fazer medicina<strong> </strong>sem se envolver com os pacientes.</p>
<p><strong>Como você avalia o desempenho dos governos federais mais recentes no campo da saúde?<br />
</strong>Minha avaliação é<strong> </strong>esquizofrênica. Por um lado, a saúde<strong> </strong>pública no Brasil é muito mal conduzida.<strong> </strong>Falta dinheiro, claro, mas falta<strong> </strong>gestão. O pouco dinheiro que é dedicado<strong> </strong>à saúde poderia ser mais útil se<strong> </strong>o serviço fosse mais bem organizado.<strong> </strong>Por outro lado, qual é o país que aumentou<strong> </strong>quatro vezes o tamanho da<strong> </strong>população num tempo tão curto e<strong> </strong>conseguiu dar, bem ou mal, alguma<strong> </strong>assistência médica a ela? Em suma,<strong> </strong>o Brasil andou bastante em matéria<strong> </strong>de saúde pública nesses anos todos,<strong> </strong>mas ainda tem muito que evoluir.</p>
<p><strong>Um país que ocupa a octogésima quinta posição no ranking do IDH </strong><strong><em>[índice de desenvolvimento humano]</em></strong><strong> pode se gabar de estar entre as maiores economias do mundo?<br />
</strong>Devia<strong> </strong>é se envergonhar. A gente vai levando<strong> </strong>para a frente essa contradição absurda,<strong> </strong>né? Nós temos um sistema em que você<strong> </strong>paga impostos muito altos por uma<strong> </strong>qualidade de serviços péssima. Existe<strong> </strong>um problema de gestão. Temos um Estado<strong> </strong>gigantesco, 39 ministérios, uma<strong> </strong>classe política com pouca gente séria&#8230;<strong> </strong>Eu ando nas periferias. É triste. Essa<strong> </strong>coisa de que “pusemos tantos milhões<strong> </strong>na classe média”&#8230; Pô, essa classe média<strong> </strong>de que tanto se fala leva uma vida<strong> </strong>desgraçada! A impressão que dá <em>[pela</em><strong> </strong><em>propaganda] </em>é que eles têm carro, filho<strong> </strong>em escola particular&#8230; Na verdade o<strong> </strong>cara mora a 2 horas e meia do trabalho<strong> </strong>numa casinha espremida no meio de<strong> </strong>uma vizinhança complicada. Pela situação<strong> </strong>do país, pelo número de pessoas<strong> </strong>que correm risco de ir para o lado da<strong> </strong>violência, até que temos pouco bandido.</p>
<p><strong>Seu nome já foi cogitado, mais de uma vez e em mais de um governo, para o Ministério da Saúde. Se esse convite chegasse, você aceitaria?<br />
</strong>De<strong> </strong>jeito nenhum. No Brasil se faz essa<strong> </strong>confusão. Pegam uma pessoa que por<strong> </strong>alguma razão ficou conhecida numa<strong> </strong>área e a colocam num setor que ela não<strong> </strong>domina. É como tirar um campeão da<strong> </strong>Fórmula 1 e colocá-lo no comando da<strong> </strong>empresa que fabrica o carro que ele dirige.<strong> </strong>Não quero ser nada na política.</p>
<p><strong>Como anda a saúde do brasileiro?<br />
</strong>Acho que mal. Pensa o seguinte: hoje,<strong> </strong>a população pobre tem acesso à comida.<strong> </strong>E o que essas pessoas compram no<strong> </strong>supermercado? Biscoito, macarrão, doce, coisas a que não tinham acesso. Daí, temos um problema de obesidade gravíssimo. Metade da população brasileira está acima do peso. E muitos com pressão alta, diabetes e outras doenças ligadas ao problema. No Brasil, as pessoas não têm responsabilidade em relação ao próprio corpo. Fumam, bebem, engordam, não fazem exercícios&#8230; E depois acham que o sistema de saúde tem de cuidar delas, percebe?</p>
<p><strong>Falando em problemas de saúde, que passo falta o Brasil dar para aplacar o problema das drogas?<br />
</strong>Temos de<strong> </strong>modificar esse sistema policialesco repressivo.<strong> </strong>A visão sobre as drogas tem de<strong> </strong>ser médica. Não vamos diminuir a penetração<strong> </strong>das drogas se não diminuirmos<strong> </strong>o número de usuários. Isso se faz com<strong> </strong>campanhas educativas e oferecendo tratamento,<strong> </strong>apoio e formas de reinserção<strong> </strong>social ao viciado. É um processo longo<strong> </strong>e demorado. Veja essa lei que está aí.<strong> </strong>Você pega o cara com certa quantidade<strong> </strong>de droga, é usuário; passou daí, é traficante.<strong> </strong>Quem usa trafica. Você vai comprar<strong> </strong>maconha, aí o amigo fala: “Compra<strong> </strong>um pouco para mim”. Só que, se você for<strong> </strong>aluno de uma faculdade particular, você<strong> </strong>não vai preso. Se você for um mulato do<strong> </strong>Capão Redondo <em>[bairro na periferia de São</em><strong> </strong><em>Paulo]</em>, vai como traficante. Normalmente<strong> </strong>a polícia é corrompida pela droga.</p>
<p><strong>Por que as campanhas antidrogas não funcionam ou funcionam tão pouco?<br />
</strong>Veja como começaram essas<strong> </strong>campanhas: “Ei, droga mata”. O que<strong> </strong>quer dizer isso? Primeiro, é mentira.<strong> </strong>Quantos morrem por usar drogas<strong> </strong>se pegarmos o número total de<strong> </strong>usuários? Nós ficamos dizendo que<strong> </strong>droga mata. Aí o moleque fuma um<strong> </strong>baseado e diz: “<em>Oooopa, </em>mata coisa nenhuma!<strong> </strong>Esse cara <em>tá </em>de sacanagem”.</p>
<p><strong>Que caminho dar à maconha? O da descriminalização?<br />
</strong>Descriminalizar,<strong> </strong>sem dúvida, senão você vai transformar<strong> </strong>a juventude num poço de criminalidade.<strong> </strong>É preciso descriminalizar e<strong> </strong>ir aprendendo. Tome o caso do cigarro.<strong> </strong>Fomos aprendendo a lidar com ele,<strong> </strong>proibimos que se fumasse em lugares<strong> </strong>públicos. Foram sendo criadas restrições.<strong> </strong>Isso vai dificultando o consumo.<strong> </strong>Talvez seja esse o caminho a adotar<strong> </strong>em relação à maconha e também às<strong> </strong>outras drogas. Você vai fumar maconha<strong> </strong>aqui, no consultório? Não, né?<strong> </strong>Vamos evoluir para um caminho em que o uso dessas drogas vai ser regulamentado. Não vai haver outro jeito.</p>
<p><strong>Que drogas você já experimentou?<br />
</strong>Só maconha, quando eu era estudante. Fumei pela primeira vez na faculdade e, depois que terminei o curso, repeti uma ou duas vezes.</p>
<p><strong>E como foi?<br />
</strong>Na primeira vez passei muito mal. Até vomitei. Na segunda ou terceira, foi bom. Quer dizer, deu aquela sensação de relaxamento, tranquilidade. Mas depois veio uma sensação de desconforto. Fiquei pensando: “Será que vai acontecer alguma coisa?” Fiquei inseguro com essa sensação, com a falsa realidade.</p>
<p><strong>Das coisas que a medicina não recomenda, o que de mais chocante você fez na vida?<br />
</strong>Fumar cigarro.<strong> </strong>É a única coisa de que me arrependo.<strong> </strong>Fumei dos 17 aos 36 anos.</p>
<p><strong>Como e por que parou?<br />
</strong>Parei porque era vergonhoso que eu fumasse. Um oncologista?!? Eu trabalhava no Hospital do Câncer, imagina? Atendia com um maço de cigarros no bolso da camisa e dizia para os doentes que eles tinham de parar de fumar. Eu falava com eles, e na hora eles olhavam para o meu bolso. Humilhante. Cigarro é uma droga maldita. É a mais difícil de largar. Mais que crack, mais que heroína.</p>
<p><strong>Você defende a internação compulsória de usuários de crack. Por quê?<br />
</strong>Defendo a dos usuários de crack que correm risco de morte. O sujeito chega a um ponto extremo de debilidade física e não tem mais condição de reagir. Nem tem condição psicológica de saber o que é bom para ele. Esses meninos na rua, esqueléticos, pegam pneumonia e morrem. Aí vem o pessoal dos direitos humanos: “E a liberdade individual? Isso é como a volta aos manicômios”. Não é disso que se trata. Tem uma presa que eu conheço que deu à luz na rua, aos 15 anos, fumando crack. Estava tão louca que não sabia que aquilo era um parto. O crack é mais forte do que o instinto de maternidade.</p>
<p><strong>A rebelião que precedeu o Massacre do Carandiru, em 1992, estourou 2 horas depois de você ter deixado o presídio. Se lá estivesse, poderia ter evitado aquilo?<br />
</strong>Não. Primeiro porque<strong> </strong>eu só tinha três anos de trabalho na<strong> </strong>cadeia. Segundo porque ali foi uma<strong> </strong>briga interna em um pavilhão. Não<strong> </strong>houve negociação. Não havia reféns.<strong> </strong>Situação como aquela já tinha acontecido<strong> </strong>outras vezes. Você tranca o pavilhão,<strong> </strong>corta luz, corta água e deixa para<strong> </strong>conversar no dia seguinte. Mas algum<strong> </strong>imbecil deu a ordem para invadir. Ninguém<strong> </strong>sabe quem foi. O coronel Ubiratan<strong> </strong><em>[Guimarães] </em>segurou, acho que não<strong> </strong>contou esse segredo para ninguém <em>[ele</em><strong> </strong><em>foi assassinado em 2006]</em>. Você acha que<strong> </strong>um coronel da Polícia Militar toma<strong> </strong>uma atitude dessas por conta própria<strong> </strong>sem passar a mão num telefone?!? É<strong> </strong>abusar demais da inteligência alheia.</p>
<p><strong>Você acredita na versão oficial de 111 mortos?<br />
</strong>Acredito. Os funcionários<strong> </strong>que conferiram a saída dos corpos<strong> </strong>disseram que foram 111. Os presos<strong> </strong>falaram em 200. Mas onde colocaram<strong> </strong>esses corpos? Como se desfizeram<strong> </strong>deles, com a imprensa mundial<strong> </strong>acompanhando tudo? Nunca encontraram<strong> </strong>um cemitério coletivo, nada.<strong> </strong>Acho que 111 é um número razoável.</p>
<p><strong>O que você presenciou de mais horripilante dentro de uma prisão?<br />
</strong>Muito<strong> </strong>crime violento, como a morte de um<strong> </strong>cara de 19 anos que levou 80 facadas.<strong> </strong>Trazem o corpo lavado em sangue,<strong> </strong>colocam na tua frente, e você tem de<strong> </strong>meter uma luva e passar um pano<strong> </strong>úmido com sabão para ver se consegue<strong> </strong>identificar o sujeito. Essas cenas<strong> </strong>ficam na cabeça, você sonha com isso.</p>
<p><strong>Nunca ninguém da sua família pediu que você se afastasse desse mundo?<br />
</strong>Várias e várias vezes. Especialmente<strong> </strong>nos últimos tempos, com essa coisa<strong> </strong>das facções. Mas nunca tive medo. Não<strong> </strong>porque eu seja corajoso, é que nunca corri perigo. O que não significa que não possa acontecer uma rebelião e&#8230;</p>
<p><strong>O PCC, Primeiro Comando da Capital, comanda mesmo as penitenciárias paulistas?<br />
</strong>Comanda. Eles<strong> </strong>são bem organizados e têm muito<strong> </strong>poder. Controlam pelo menos<strong> </strong>80% a 90% das cadeias de São Paulo.</p>
<p><strong>Esse sistema precário consegue recuperar alguém?<br />
</strong>Cadeia brasileira não é<strong> </strong>feita para recuperar ninguém. É para<strong> </strong>tirar de circulação, castigar. Mas eu vi,<strong> </strong>sim, presos que se recuperaram. Vários<strong> </strong>evangélicos. Não tenho simpatia por<strong> </strong>esses que tomam dinheiro de pobre.<strong> </strong>Mas o pastor vem e diz: “Se você orar<strong> </strong>três vezes por dia, Deus vai fazer uma<strong> </strong>obra na sua vida”. O cara começa a ler<strong> </strong>a <em>Bíblia </em>o dia inteiro e encontra uma<strong> </strong>saída. E, quando ele vai para a rua, a<strong> </strong>igreja o acolhe. Às vezes funciona. Isso<strong> </strong>os evangélicos fazem melhor do que os<strong> </strong>católicos. E também tem aqueles que,<strong> </strong>por sofrerem tanto ali, não querem<strong> </strong>voltar para a cadeia de jeito nenhum.</p>
<p><strong>Quando um criminoso lhe fala das barbaridades que cometeu fora da prisão, qual é a sua reação, o seu sentimento?<br />
</strong>Procuro não entrar em<strong> </strong>detalhes. Isso atrapalharia nossa relação.<strong> </strong>Tinha um rapaz na detenção<strong> </strong>com hanseníase, lepra. Como às vezes<strong> </strong>ele ficava sem remédio, a doença<strong> </strong>foi progredindo. Ele se encheu de<strong> </strong>feridas e de dores horríveis. Falavam<strong> </strong>para mim: “Doutor, dá morfina para<strong> </strong>ele. Ninguém dorme aqui. Ele geme a<strong> </strong>noite inteira”. Pô, tudo bem, é para ser<strong> </strong>preso, mas não para morrer de hanseníase<strong> </strong>na cadeia. Bom, fomos atrás de<strong> </strong>remédio e conseguimos normalizar a<strong> </strong>situação dele. Passou um tempo, eu o<strong> </strong>revi num outro presídio. Falei: “Opa, você por aqui?” Depois o diretor de lá me conta: “Esse cara é problema. Matou uma família inteira num assalto. Deixou viva só uma menina de 10 anos, que assistiu à morte dos pais e tudo”. Se eu soubesse disso, talvez não tivesse ido atrás do remédio, né?</p>
<p><strong>Nos meses em que você ficou longe do mundo das cadeias, sentiu falta?<br />
</strong>Muita falta. Ficar longe disso empobrece<strong> </strong>a vida. Você começa a conviver<strong> </strong>só com gente parecida contigo. Perde<strong> </strong>o acesso a esse submundo tão rico de<strong> </strong>valores, bons e maus, é lógico. Esse<strong> </strong>universo é rico. Você conversa com<strong> </strong>um preso de 18, 19 anos, parece que ele<strong> </strong>tem a experiência de um homem de<strong> </strong>60 anos. Já passou por tudo: esteve na<strong> </strong>Febem <em>[hoje Fundação Casa]</em>, tomou tiro,<strong> </strong>matou gente&#8230; De repente um menino<strong> </strong>desses fala uma pérola que você<strong> </strong>jamais vai ouvir de um intelectual.</p>
<p><strong>Você já foi vítima de violência?<br />
</strong>Uma vez, faz muito tempo, um bandido armado entrou no meu consultório e juntou todo mundo numa salinha pequena. Ele foi recolhendo o dinheiro e aí se entusiasmou e baixou o revólver. Um cara que trabalhava comigo foi para cima dele. Eu pensei: “Bom, agora tem de tomar o revólver desse cara senão ele vai matar todo mundo aqui”. Pulei em cima, dei um murro na cabeça dele, achando que ia ser igual a cinema: você dá o murro, e o cara cai. Mas ele nem balançou, e eu abri o pulso. Não consegui dormir à noite de tanta dor <em>[risos]</em>.</p>
<p><strong>Por que bandidos exercem tanta atração sobre as mulheres?<br />
</strong>Bandido<strong> </strong>é uma liderança no meio em que<strong> </strong>vive, né? Tem acesso a coisas que os<strong> </strong>outros no meio social dele não têm.Ter cargo de chefia e melhores condições<strong> </strong>financeiras é imbatível com<strong> </strong>as mulheres, seja qual for o nível social. Isso é imbatível com as mulheres dos chimpanzés! Elas se interessam por quem? Pelo macho alfa. Quanto mais poderoso for o macho, maior a chance de sobrevivência da prole. Essa é a realidade da vida. A moça da favela quer proteção. E, proteção, quem vai dar para ela é o cara que anda armado e cria as próprias leis.</p>
<p><strong>Seu texto tem duas qualidades: a fluidez e a clareza. Como você aprendeu a escrever e quem o influenciou?<br />
</strong>Quando<strong> </strong>garoto, eu escrevia composições no<strong> </strong>colégio, gostava de português e tal. Li<strong> </strong>bastante na adolescência. Gostava e<strong> </strong>gosto muito do Machado de Assis. Se<strong> </strong>fosse ler um último livro, seria <em>Memórias</em><strong> </strong><em>Póstumas de Brás Cubas</em>. O Machado é de<strong> </strong>uma profundidade&#8230; E ele é claríssimo.<strong> </strong>Você não fica com dúvida em nenhuma<strong> </strong>frase dele. E também gosto muito dos<strong> </strong>russos. Eles têm um estilo “pá”! Pegam<strong> </strong>pesado. Quando você pensa que o cara<strong> </strong>vai afrouxar, vem uma punhalada fatal.</p>
<p><strong>Quando uma mulher lindíssima, como uma Coelhinha da </strong><strong>PLAYBOY</strong><strong>, fica nua na frente de um médico homem e heterossexual, fica difícil se concentrar no trabalho?<br />
</strong>Pode ficar nua, em<strong> </strong>posição ginecológica, que não perco a<strong> </strong>concentração. No consultório médico,<strong> </strong>você tem um bloqueio nessa área que<strong> </strong>é absolutamente total. É como o que<strong> </strong>você tem para olhar uma criança nua.<strong> </strong>Só um cara doente é capaz de olhar uma<strong> </strong>criança nua e se sentir atraído sexualmente.<strong> </strong>O interesse é o corpo do outro do<strong> </strong>ponto de vista médico. Exclusivamente.<strong> </strong>A imensa maioria dos médicos é assim.</p>
<p><strong>Você vai fazer 70 anos. Quando pretende se aposentar?<br />
</strong>Só quando eu<strong> </strong>tiver uma limitação física. Minha<strong> </strong>geração teve o privilégio de poder<strong> </strong>chegar aos 70 anos em atividade total.</p>
<p><strong>Existe alguma área em que você já esteja aposentado? Na sexual, por exemplo?<br />
</strong><em>[Risos.] </em>Não, não.<strong> </strong>Essa é outra vantagem da minha<strong> </strong>geração. Essa geração teve uma<strong> </strong>ajuda muito grande nessa área.</p>
<p><strong>O Viagra contribuiu um bocado, não é?<br />
</strong>O Viagra é uma grande invenção.<strong> </strong>Quem desenvolveu essas drogas tinha<strong> </strong>de ganhar o Prêmio Nobel de Medicina.<strong> </strong>Lógico que o acaso entrou um<strong> </strong>pouco na história, mas o acaso entrou<strong> </strong>em quantas descobertas? Você imagina<strong> </strong>o bem que essa gente fez para uma<strong> </strong>multidão de homens e mulheres nessa<strong> </strong>faixa etária? Os remédios provocaram<strong> </strong>uma revolução mundial. Uma revolução<strong> </strong>no comportamento humano.</p>
<p><strong>Provocaram uma revolução na sua casa?<br />
</strong><em>[Gargalhadas.] </em>Não cheguei à fase<strong> </strong>de abstinência, né? Minha vida sexual<strong> </strong>foi um contínuo. Tem sido um contínuo.</p>
<p><strong>Para finalizar: é realmente dos carecas que elas gostam mais?<br />
</strong>Ah, mulher<strong> </strong>não liga para essas&#8230; Quer dizer,<strong> </strong>não é que não liga&#8230; Beleza masculina<strong> </strong>tem um aspecto interessante. Ela<strong> </strong>é a primeira coisa pela qual a mulher fica atraída. Mas a mulher tem um<strong> </strong>freio. Ela fica querendo mais é ver<strong> </strong>quem é o cara direito, para além da<strong> </strong>beleza. Eu fiquei careca muito cedo&#8230;</p>
<p><strong>Com que idade?<br />
</strong>Uns 18&#8230; Ser careca nessa fase é um saco. Por causa dos homens. São as mesmas piadinhas de sempre. “E aí, aeroporto de mosquito?” E você tem de rir senão o cara diz que você é recalcado. Tinha um cara, que foi meu aluno no cursinho e tinha mais ou menos minha idade, que toda vez que me encontrava passava a mão na própria cabeça e perguntava ironicamente: “E aí, e o cabelo? Como tá?”</p>
<p><strong>Ele era cabeludo, claro.<br />
</strong>É. E eu tinha de rir. Passaram-se muitos anos, e um dia o reencontrei. Ele estava gordo, barrigudo e completamente careca. Eu senti na hora uma sensação de vingança. Maldade, né? <em>[Risos.] </em>Ele veio na minha direção, me reconheceu, e sabe o que fez? Passou a mão na cabeça dele, exatamente como fazia, e soltou: “E aí, e o cabelo? Como tá?” Filho da puta, né?</p>
<p><em><strong>Matéria publicada na edição de abril de 2013 de PLAYBOY</strong></em></p>
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		<title>As melhores do sétimo dia de #decotesdesexta</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Decotes de Sexta]]></category>
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		<description><![CDATA[Várias gatas mandaram fotos de seus decotes via Twitter e Facebook com a hashtag #decotesdesexta e, via Instagram, #decotesplayboy. Confira as melhores, lembrando que toda sexta-feira teremos este evento que agita as redes sociais]]></description>
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<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/as-melhores-do-setimo-dia-de-decotesdesexta/as-melhores-do-setimo-dia-de-decotesdesexta-14/' title='As melhores do sétimo dia de #decotesdesexta'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/taisdolfini4-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="As melhores do sétimo dia de #decotesdesexta" title="As melhores do sétimo dia de #decotesdesexta" /></a>
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		<title>Instagram do Dia: Marianna Rosas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marianna Rosas é uma das gatas do Casa Bonita que são capa da PLAYBOY de maio. Como ela participou da #terçadoespelho, nosso agradecimento é indicar a beldade no Instagram (@marianna_rosas)]]></description>
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<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-marianna-rosas/instagram-do-dia-marianna-rosas-10/' title='Instagram do Dia: Marianna Rosas'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/d7963498b95e11e2862522000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Marianna Rosas é uma das gatas do Casa Bonita que são capa da PLAYBOY de maio" title="Instagram do Dia: Marianna Rosas" /></a>
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		<title>Ele é o Bon</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 19:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bon Jovi]]></category>
		<category><![CDATA[Rock in Rio]]></category>
		<category><![CDATA[shows]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bon Jovi tem shows confirmados no Rock in Rio e em São Paulo em setembro, mas ninguém sabe se o guitarrista e fiel companheiro de Jon Bon Jovi, Richie Sambora, afastado por “problemas pessoais”, também virá. Antes do afastamento, ele garantiu a PLAYBOY que nunca havia se sentido tão próximo de Jon...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-42838 aligncenter" title="destaque-bon" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/destaque-bon.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Pense em grandes parcerias do mundo do rock’n’roll e tente ignorar Jon Bon Jovi e Richie Sambora. Será impossível. Ao lado de Jagger e Richards, Lennon e McCartney e Tyler e Perry, sempre, claro, guardadas as devidas proporções, Jon e Richie criaram uma assinatura no mundo do hard rock. Guitarrista inspirado, criativo, virtuoso e parte fundamental da personalidade da banda batizada com o sobrenome de seu cantor, Sambora é, gostando dele ou não, um dos grandes músicos de sua geração. Três discos solos, lançados em 1991, 1998 e ano passado, dão um panorama mais claro da sua contribuição à música da banda e da sua concepção como compositor. Durante a divulgação do mais recente, <em>Aftermath of the Lowdown</em>, e antes do lançamento de <em>What About Now</em>, décimo-terceiro disco de estúdio do Bon Jovi, e da subsequente turnê Because We Can, que passa pelo Brasil em setembro, conversei com Richie. Ele contou sobre as motivações que o levaram a mais um disco solo, nascido para exorcizar demônios relacionados à sua dependência de drogas e álcool. Supostamente os mesmos demônios foram também responsáveis pelo inédito afastamento de Richie da turnê da banda, anunciada mês passado e creditada oficialmente a “problemas pessoais”. O guitarrista está fora dos shows na Europa, substituído pelo músico de estúdio canadense Phil X, e não se sabe se ele já terá voltado aos palcos nos shows do Brasil. Antes da turbulência, no entanto, Richie falou das mulheres, da vida na estrada e garantiu que nunca havia se sentido tão próximo de Jon. Confira.</p>
<p><strong><em>Aftermath of the Lowdown</em>, lançado no fim do ano passado, é o seu terceiro disco solo. O que o motiva a lançar um disco solo, ter tempo para fazer isso, ter um grupo de novas canções ou ter o desejo de fazer algo diferente do Bon Jovi?</strong><br />
Acho que é um pouco de cada uma dessas coisas. Aconteceu comigo de, ao longo dos anos, ter passado por todas as coisas boas que conquistamos com o Bon Jovi e, ao mesmo tempo, ter tido altos e baixos na minha vida. Acho que, além de tudo isso, o que me motiva é poder ter uma expressão artística individual, ter canções que são apenas minhas, sabe?</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-42839" title="richie_sambora_portrait_a_p" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/richie_sambora_portrait_a_p.jpg" alt="" width="349" height="466" />Muita gente diz que um disco solo muitas vezes nasce de canções que simplesmente não se encaixam na banda principal. Aconteceu algo parecido com você?</strong><br />
Não, porque eu não tinha essas canções, elas surgiram depois que conclui meu último trabalho com a banda. Essas músicas contam histórias da minha vida, mas, de alguma forma, quando escrevo sobre as minhas experiências, os meus sentimentos, sempre tive a chance de me conectar com as pessoas a partir dessas histórias. Temos em geral mais em comum uns com os outros enquanto seres humanos do que imaginamos. Quando você escreve sobre as suas experiências de vida, você está no fundo falando sobre as experiências de todo mundo.</p>
<p><strong>Você fica confortável sendo o líder, cantor e principal atração no palco, depois de tantos anos dividindo os holofotes com Jon? Há alguma preparação específica para isso?</strong><br />
Sim, preciso me cuidar melhor, cuidar melhor da minha voz. Contratei um novo treinador vocal, que me ensinou a manter minha voz intacta. Passei um tempo na estrada na Europa fazendo a minha turnê solo e tive quatro shows nas quatro primeiras noites, e a isso ainda se somaram as viagens, as idas e vindas de Los Angeles, os jet lags e todas essas coisas, então você precisa se preparar, estar em forma. Mas eu me sinto muito confortável com o papel de cantor principal, desempenhei esse papel na maioria das bandas que estive antes do Bon Jovi. Eu gosto de ser o líder. Até sinto falta disso quando estou com a banda.</p>
<p><strong>O Bon Jovi começou este ano a turnê Because We Can. Você pretende achar datas para fazer seus shows solo entre as datas da banda?</strong><br />
Eu espero que sim! É o que estamos tentando conseguir agora, nem que seja só eu tocando com violão, ou só dois caras tocando em lugares pequenos, fazendo sets intimistas. Mas a banda deve me deixar tocar uma ou duas músicas do meu disco todas as noites, para promovê-lo – o Bon Jovi pode ser quase uma plataforma para a divulgação do meu álbum. Eu quero tocar uma ou duas músicas dele por noite, vamos ver se a banda me deixa fazer isso.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/chXJFjrl-Q4" frameborder="0" width="620" height="349"></iframe></p>
<p><strong>O Bon Jovi foi uma das poucas bandas de hard rock que conseguiu sobreviver à era grunge, no começo dos anos 1990, e lançou um hoje muito celebrado disco em 1992, <em>Keep the Faith</em>. Sua lembrança é de uma época que foi realmente difícil para vocês ou nem foi tão ruim assim?</strong><br />
Nós sentimos uma dificuldade nessa época, sim, mas sempre soubemos que precisávamos ser nós mesmos, entende? Precisávamos mudar artisticamente para continuar. E o <em>Keep the Faith</em> foi uma grande evolução para nós, começamos a falar de política, de família. Éramos mais velhos naquele momento, estávamos nos nossos trinta anos &#8211; nos nossos vinte anos, nós éramos basicamente animais do rock’n’roll. Quando ficamos um pouco mais velhos, começamos a falar nas letras de coisas diferentes e do significado delas. Mas, sinceramente, o lance grunge só foi realmente sentido nos Estados Unidos, não foi em nenhum outro lugar. E nós nos tornamos, naquele momento, uma banda maior em todos os outros lugares do mundo, e o <em>Keep the Fait</em>h se tornou naquele momento a maior turnê da nossa história, e o disco vendeu 10 milhões de cópias. Logo, foi uma época ótima. Mas acho que a banda que não fez as mudanças que fizemos e que não evoluiu e não continuou fiel a quem eles eram como músicos, essas saíram de circulação naquela época, como aconteceu com muitas.</p>
<p><strong>Sua parceria como músico e como compositor com Jon Bon Jovi é uma das mais duradouras e bem sucedidas do rock. Consegue enxergar um motivo principal para esse sucesso?</strong><br />
É uma ótima pergunta. Acho que há uma porção de razões para isso, ainda que eu não saiba de fato a resposta exata. Jon e eu crescemos muitos perto um dos outro, embora eu seja um pouco mais velho do que ele, e viemos da mesma classe média, trabalhadora, nossas famílias têm a mesma origem. Então sempre tivemos muito em comum. Crescemos juntos dentro do showbusiness, e você não sacaneia um ao outro numa situação dessas. E tudo isso tem muito a ver com a banda, claro. Quando você continua a lotar estádios mundo afora por todos esses anos, há um magnetismo do qual você não consegue resistir.</p>
<p><strong>Biógrafos de músicos famosos costumam indicar que dois caras que vivem tudo a que tem direito na estrada por muitos anos dificilmente conseguem se manter amigos de verdade. Você concorda?</strong><br />
Não, até porque, em muitos níveis, Jon e eu somos muito mais próximos hoje do que éramos quando a gente tinha vinte ou trinta anos [<em>Richie tem 53 anos e Jon, 51</em>]. O que acontece é que amigos vão e voltam, mas família é para sempre,  e quando você tem um irmão, ele é seu irmão para sempre. E essa banda se tornou uma família, passamos por nascimentos, mortes, divórcios, casamentos, sempre juntos. Penso que não há fim para essa banda.</p>
<p><a href="http://playboy.abril.com.br/confraria/musica/ele-e-o-bon/richie-sambora/" rel="attachment wp-att-42840"><img class="aligncenter size-full wp-image-42840" title="richie-sambora" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/richie-sambora.jpg" alt="" width="620" height="463" /></a></p>
<p><strong>Você veio com a banda ao Brasil por diversas vezes desde 1992. Tem alguma lembrança em particular das temporadas aqui?</strong><br />
As plateias são sempre extremamente apaixonadas, e o entusiasmo do público sempre me impressionou muito. É como se a gente estivesse num jogo de futebol, amo esse clima, essa energia.</p>
<p><strong>E a mulher brasileira, você teve chance de conhecer?</strong><br />
Sim, eu tive essa chance, e foi ótimo. Foi muito bom&#8230;</p>
<p><strong>Nos últimos vinte e cinco anos você viveu tudo o que um cara que toca guitarra sempre sonhou: teve sucesso, reconhecimento, dinheiro, tocou em estádios lotados, com um monte de mulheres te assediando. Depois de tantos anos vivendo isso, dá, de vez em quando, saudade de alguma coisa da sua vida antes da fama, de homem comum?</strong><br />
Não muito (<em>risos</em>). Eu já vivi isso, me diverti muito, não mudaria nada no passado mas gosto muito de onde estou hoje, e gosto especialmente de ser um homem mais velho. Acho que os homens ficam mais confortáveis na medida em que vão ficando mais velhos. Eles ficam mais confortáveis com eles mesmos. Quando você é jovem, você passa o tempo praticamente caçando a si próprio. Mais velho, se torna mais você mesmo do que jamais foi. Estou bem onde estou hoje.</p>
<p><strong>Jon é o cantor, o nome da banda, o ícone. Mas, em algum lugar do mundo, as fãs do Sambora são mais numerosas do que as fãs do Jon?</strong> Acho que sempre houve um equilibro das mulheres na devoção a mim e ao Jon. Eu tive mulheres fantásticas, fui casado com umas garotas sensacionais. Sempre fui muito feliz com as mulheres. Jon está com a mesma mulher desde que ele tinha 17 anos de idade, então eu fui o cara que pegou todas as outras&#8230; (<em>risos</em>)</p>
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		<title>&#8220;Nem todo homem é canalha&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 16:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Queremos saber: você concorda com a afirmação de Susana Vieira?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-42832 aligncenter" title="destaque-susana" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/destaque-susana.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Na revista CARAS desta semana, a atriz Susana Vieira, 70 anos, revelou que aceitou o anel de noivado do namorado Sandro Pedroso, 29, com quem namora desde 2009, seguindo para seu quarto casamento. Em entrevista à publicação, ela ainda disse: “Nem todo homem é canalha”.</p>
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.
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		<title>Instagram do Dia: Selita Ebanks</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 15:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[gostosas]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram do Dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram. Siga ela (@selitaebanks)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-11/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/f6dea67e507b11e2b8f122000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-10/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/d73bae96b5c211e282b422000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-9/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/b6de40346bce11e29f1422000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-8/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/af8fb134dcf211e19e6f22000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-7/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/837e120cd0fe11e1904b22000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-6/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/490a4e52931711e2890322000a9-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-5/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/473e8510d22511e1adac22000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-4/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/28aa0af6fd8211e1bb231231381-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-3/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/3aca245a7fbe11e28a6422000a9-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>
<a href='http://playboy.abril.com.br/fotos/gatas/internet/instagram-do-dia-selita-ebanks/instagram-do-dia-selita-ebanks-2/' title='Instagram do Dia: Selita Ebanks'><img width="140" height="80" src="/wp-content/uploads/2013/05/2a5905bc792111e297bf22000a1-140x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Selita Ebanks é outra supermodel que adora se exibir em seu Instagram" title="Instagram do Dia: Selita Ebanks" /></a>

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		<title>Hot Clips: Mariah Carey &#8211; #Beautiful</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[gostosas]]></category>
		<category><![CDATA[Hot Clips]]></category>
		<category><![CDATA[Mariah Carey]]></category>

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		<description><![CDATA["#Beautiful", de Mariah Carey, é o vídeoclipe mais quente da semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42738" title="Mariah Carey com um vestido sensual em &quot;#Beautiful&quot;" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/destaque-mariah.jpg" alt="Mariah Carey com um vestido sensual em &quot;#Beautiful&quot;" width="620" height="352" /></p>
<p>Estreando na nossa nova seção <strong>Hot Clips, </strong>que reunirá os clipes mais quentes da semana, está “#Beautiful”, parceria da sempre delícia <strong>Mariah Carey</strong> com o cantor e promissor astro do R&amp;B Miguel. O clipe foi dirigido por Joseph Kahn e tem uma fotografia bem bonita, mas&#8230; Quem liga? A única coisa que realmente importa no clipe são as curvas ainda estonteantes de Mariah Carey, que já tem 43 anos, tentando caber no minúsculo vestido amarelo-manga que ela usa como figurino.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/oe1wtkkt9-E" frameborder="0" width="620" height="349"></iframe></p>
<p><img class="alignright  wp-image-42786" title="marvin-gaye-selo" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/marvin-gaye-selo.jpg" alt="" width="252" height="252" /></p>
<p>As línguas mais maldosas até mesmo insinuaram que a cantora usou dublês de corpo para o vídeo. Para nós, não passa do mais puro recalque.</p>
<p>Perguntamos ao nosso guru de músicas perfeitas para a hora do sexo se a canção vale ou não. E o dono de &#8220;Lets Get It On&#8221;, o hino da transa, chancelou essa!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<contentType>noticias</contentType>
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		<title>Adrenalina em dobro</title>
		<link>http://playboy.abril.com.br/carros/carros-2/adrenalina-em-dobro/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[esportivos]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles chegam a 200 quilômetros por hora em 6,9 segundos. São o máximo da tecnologia extraída da Fórmula 1. Ambos podem ser comprados em uma loja. Falta escolher: Ferrari ou McLaren]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-42779" title="destaque-carros" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/destaque-carros.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>No dia 5 de março, nos estandes do Palexpo, o centro de convenções de Genebra onde desde 1905 acontece um dos mais tradicionais salões do automóvel do mundo, Ron Dennis – o ex-diretor da escuderia McLaren na Fórmula 1 – revelou a versão final do P1: o mais radical modelo de série construído até hoje na linha de montagem de Woking, na Inglaterra, onde também são concebidos seus carros de corrida. Capaz de acelerar de 0 a 200 quilômetros por hora em apenas 6,9 segundos, o automóvel arrancou suspiros da plateia. Quinze minutos depois, o presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, em outro quadrante da mesma feira, fazia o mesmo com La Ferrari – uma máquina construída pelos melhores engenheiros de Maranello e desenvolvida com a ajuda do espanhol Fernando Alonso e do brasileiro Felipe Massa, os dois pilotos de F1 da escuderia italiana. Assim como o P1 da McLaren, seu tempo de aceleração de 0 a 200 quilômetros por hora era de exatos 6,9 segundos. Colocados na pista, ambos os carros, que levam para as máquinas de série a rivalidade das pistas de competição, chegariam rigorosamente empatados. P1 e La Ferrari ostentam conceitos muito semelhantes. Cada um ao seu estilo, representam a máxima expressão de tecnologia de ambas as marcas. O P1 (o nome faz menção à pole position nos Grandes Prêmios) é construído com a mesma fibra de carbono e outros materiais leves que equipam os carros do inglês Jenson Button e do mexicano Sergio Pérez. Com apenas 600 quilos e aerodinâmica refinada, seduziu os pilotos da escuderia. “Além de ser muito bonito, ele impressiona pela velocidade e pela capacidade para fazer curvas sem perder a estabilidade”, diz Pérez.</p>
<p><img class="alignright  wp-image-42780" title="O P1, cujo nome faz menção à pole position nos Grandes Prêmios, é o mais radical modelo de série construído pela Mclaren" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mclaren-p1.jpg" alt="O P1, cujo nome faz menção à pole position nos Grandes Prêmios, é o mais radical modelo de série construído pela Mclaren" width="415" height="282" />“Nunca foi o nosso objetivo criar um carro para bater o recorde mundial de velocidade, mas sim o mais tecnológico até hoje produzido; por isso o P1 tem suspensão ativa hidropneumática, aerofólio traseiro ajustável e freios a disco semelhantes aos de nossos carros da F1”, disse à PLAYBOY o inglês Paul Mackenzie, diretor de desenvolvimento de motor da McLaren. Apesar do que diz Mackenzie, tanto P1 como La Ferrari pulverizam os índices de antigos mitos. No circuito de Fiorano, onde são testadas as lendas da marca, La Ferrari conseguiu a proeza de fazer uma volta em 80 segundos, 3 segundos mais rápido do que a F12 Berlinetta, até então a mais veloz das Ferrari de rua. “Em 2002, escolhemos o nome Enzo, em homenagem ao nosso fundador, para mostrar que tínhamos produzido algo excepcional. Desta vez, como não pode ríamos chamá-la de Deus, decidimos fazer um tributo à nossa marca como sua máxima expressão tecnológica”, explicou Montezemolo aos jornalistas em Genebra.</p>
<p>A proposta ousada da Ferrari fez com que, pela primeira vez em muitos anos, ela abrisse mão da parceria com o estúdio Pininfarina. “Colocamos tantos elementos de um carro de F1 neste modelo que a melhor alternativa foi trabalhar diretamente com nosso próprio estilo”, explicou um engenheiro que participou do projeto da super Ferrari. Com motor V12 aspirado de 963 cavalos e 900 Nm de torque, o grande trunfo da La Ferrari é o sistema Kers, desenvolvido pela mesma Magnetti Marelli que fornece uma peça similar para os carros da equipe na F1. A eletricidade para alimentá-lo vem de uma bateria com cerca de 60 quilos que se recarrega progressivamente cada vez que o pedal do freio é acionado.</p>
<p>O P1 recorreu ao talento de outro campeão mundial, o inglês Lewis Hamilton, que até o ano passado corria pela McLaren, e a uma equação diferente. Para aumentar a potência, o carro tem um motor biturbinado a gasolina e outro elétrico (com autonomia para rodar cerca de 10 quilômetros sem que nenhuma gota de combustível seja consumida). A combinação propicia uma resposta muito mais rápida e ajuda a reduzir as emissões de gás carbônico para 198 gramas por quilômetro – o que torna o P1 mais “ecológico” do que a adversária italiana, com seus 330 gramas por quilômetro de emissão. As duas máquinas cravam idênticos 350 quilômetros por hora e têm o mesmo torque e e o mesmo câmbio com sete marchas. Por dentro, ambas também empatam em tecnologia e conforto. Na McLaren, o volante, revestido de Alcântara, possui botões para acionar o DRS, o sistema que regula o aerofólio traseiro. Na La Ferrari, arcondicionado, sistema de som e bancos de couro fixos com pedais reguláveis para altura e profundidade são quase prosaicos para um carro divino.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-42781" title="Desenvolvida com ajuda de Fernando Alonso e Felipe Massa, a La Ferrari traz motor V12 aspirado de 963 cv" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/laferrari.jpg" alt="Desenvolvida com ajuda de Fernando Alonso e Felipe Massa, a La Ferrari traz motor V12 aspirado de 963 cv" width="370" height="282" />Como sempre acontece na fabricante com as máquinas de série consideradas de exceção, a produção da La Ferrari será limitada: apenas 499 exemplares. Cada um custará 1,2 milhão de euros. Segundo Montezemolo, o lote está todo vendido. E já há lista de espera. “Temos 700 pedidos por escrito”, contou. A McLaren segue estratégia semelhante: serão produzidos 375 unidades do P1, e cada exemplar custará cerca de 1 milhão de euros na Europa. Como nas pistas, a rivalidade entre McLaren e Ferrari faz com que ambas estejam sempre querendo estar na frente em busca da perfeição.</p>
<p><em><strong>Matéria publicada na edição de abril de 2013 de PLAYBOY</strong></em></p>
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		<title>Quem sabia tudo sobre o velho Bloody Mary?</title>
		<link>http://playboy.abril.com.br/gastronomia/bebida/quem-sabia-tudo-sobre-o-velho-bloody-mary/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebida]]></category>
		<category><![CDATA[drinques]]></category>

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		<description><![CDATA[O clássico drink com suco de tomate e vodca aparece em formatos diferentes em quatro casas paulistanas – tem até versão comestível]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.restaurantemiya.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-42773" title="Bloody Mary em versão comestível do restaurante Miya" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bloody-mary.jpg" alt="Bloody Mary em versão comestível do restaurante Miya" width="620" height="678" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.restaurantemiya.com.br/" target="_blank">MIYA</a>-</strong> Uma das novidades do cardápio do Miya, em Pinheiros, é o atum selado com gelatina de bloody mary (38 reais). Servida em quadrados que formam um xadrez no prato, a surpreendente combinação criada pelo chef Flavio Miyamura vai bem como entrada.</p>
<p><strong><a href="http://www.casaramona.com.br/" target="_blank">RAMONA-</a></strong> No Centro de São Paulo, a versão do drink do restaurante roqueiro (26 reais) é finalizada com duas fatias de bacon crocantes. Estranho à primeira vista, o gosto defumado do bacon, na verdade, combina com o sabor picante da bebida. Prove sem medo.</p>
<p><strong><a href="http://chezlorena.com.br/" target="_blank">CHEZ LORENA-</a></strong> O restaurante dos Jardins é notório não só pela bela frequência feminina, como pela versão clássica muito bem executada de seu Bloody Mary (26 reais na versão com vodca nacional). A receita do drink leva limão-siciliano e salsão na finalização.</p>
<p><strong><a href="http://www.subastor.com.br/pt-br/" target="_blank">SUB ASTOR-</a></strong> No bar subterrâneo com clima noir, é possível provar o audacioso Chef Killed Bloody Mary (21 reais). Espécie de versão desconstruída do coquetel, traz vodca e bitters de laranja e pimenta em taça de martíni e é finalizado com tomates-cereja temperados com Tabasco, manjericão e sal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O sashimi à francesa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>epaulussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[comida francesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo restaurante do chef Erick Jacquin é dedicado ao tartar, prato com carne crua temperada, e suas variações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-42767 aligncenter" title="sashimi" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/sashimi.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>O recém-inaugurado Tartar &amp; Co., em Pinheiros, não é do tipo de restaurante cujo aroma de carne na brasa seduz de longe. Isso porque, da entrada à sobremesa, quase tudo ali é servido cru. O novo empreendimento de Erick Jacquin, um dos chefs franceses mais premiados de São Paulo, é especializado em tartar, clássico prato francês, servido em versões feitas com salmão, atum e carne bovina.</p>
<p>Entre as entradas, é imperdível a porção de pastéis de steak tartar (22 reais): a combinação entre a crocância da massa e a maciez da carne no recheio é perfeita. Do menu de pratos principais bem executados, mas com poucas receitas originais, a tartine de atum tartar com foie gras (48 reais), servida sobre torrada, é uma das melhores surpresas. O prato aparece ainda em formato de sanduíche, como no Salmão Tartar (26 reais), servido no pão ciabatta com salada.</p>
<p><img class="alignright  wp-image-42768" title="sashimi2" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/sashimi2.jpg" alt="" width="347" height="245" />Para quem não é fã de comida crua, poucos e bons pratos quentes estão no cardápio, como o entrecôte com gateau de batata (43 reais). Jacquin é também dono do tradicional La Brasserie, mas na nova casa o clima é muito mais descontraído, sem ares de alta cozinha francesa. No amplo ambiente há frases escritas com giz pelas paredes e decoração em vermelho. Dos coquetéis da casa, experimente o leve Dry Tartar (17,50 reais), preparado com gim, vermute e frutas silvestres. O serviço eficiente também merece destaque.</p>
<p><em><strong>TarTar &amp; Co:</strong> Avenida Pedroso de Morais, 1003, Pinheiros, tel. 3031-1020. De seg. a qui., das 12h às 15h30 e das 18h à 0h30; sex., das 12h às 15h30 e das 18h à 1h30; sáb., das 12h à 1h30; dom., das 12h às 17h30.</em></p>
<p><em><strong>Matéria publicada na edição de abril de 2013 de PLAYBOY</strong></em></p>
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