Aquela do diretor de uma grande multinacional, do Paulão e do Manoel, da filha que acaba de completar 18 anos, dos dois amigos, da entrevista, da noite de amor, dos canibais, do presidente e aquela da patricinha.
Tragédia paga melhor e dá muito mais prestígio. O Édipo, por exemplo, é quase um português de anedota. Mas, como a história dele é cheia de drama, o autor enche o bolso de bufunfa até hoje.
Em 2011 não deverei invadir nem a Polônia nem a Tchecoslováquia, mas Eike Batista há de ser meu. Ou eu dele.
"O segredo é não entregar que está de sacanagem. Quanto mais natural for a coisa, melhor. Com uma cara de paisagem, você consegue qualquer coisa"