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	<title>Playboy &#187; Playboys</title>
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		<title>Warren Beatty</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 17:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Os Maiores Playboys de Todos os Tempos]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Warren Beaty]]></category>
		<category><![CDATA[Playboys]]></category>
		<category><![CDATA[Shirley MacLaine]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Beaty]]></category>

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		<description><![CDATA[Se nós fôssemos fazer uma lista de todas as mulheres que o ator Warren Beatty já pegou, esta coluna só teria nomes próprios]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2351" title="Warren Beatty" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Warren-Beatty.jpg" alt="" width="440" height="621" /></p>
<p>Nascido Henry Warren Beaty (com um T só) em 1937, é irmão da atriz Shirley MacLaine e certamente um dos caras mais bonitos a passar por Hollywood, com 1,88 metro e olhos azuis que hipnotizavam as mulheres, mesmo aquelas acostumadas a seduzir os homens, as estrelas de cinema. No primeiro filme, fez par com Natalie Wood na tela e nos bastidores, para desespero de Joan Collins, sua namorada. Adepto do lema “Ame-as, deixe-as”, logo engatou romance com Lana Wood enquanto revia as “ex”.</p>
<p>Não por acaso, em 1962 o presidente John Kennedy queria que ele o interpretasse em filme de Elia Kazan. Mesmo dizendo “não”, continuou amigo dos Kennedy, e de Bob em especial. Beatty costumava atender aos telefonemas femininos falando “What’s new, pussycat?” (“O que há de novo, gatinha?”). A frase virou nome de filme em 1965. Ainda em 1965, conheceu Julie Christie. Apaixonou-se e até comprou uma casa, pensando em montar família. Mas Julie era a mulher errada, tanto que lhe deu um pontapé por telefone, em 1974. Quando fez Bonnie  &amp; Clyde – Uma Rajada de Balas (1967), tornou-se o principal nome do cinema, atuando ao lado de – e pegando – Faye Dunnaway. A lista é imensa e inclui cantoras como Madonna e Carly Simon, entre outras. Se, com Madonna, Beatty chegou até a gravar uma música, o final infeliz com Carly teria gerado o hit You’re So Vain – algo como “Você é tão fútil”. Em 1994, Beatty casou-se com Annette Bening, com quem teve quatro filhos. Warren Beatty aposentado? Parece que não: em 1997 teria tido um romance com a atriz Hale Berry. Embora não conste nas listas internacionais, a brasileira Sonia Braga também teve um affair com o ator, em 1985. Sobre ele, teria cunhado a frase: “Ir a Hollywood e não ficar com Warren Beatty é como ir a Roma e não ver o papa”. Pelo sim, pelo não, publique-se a lenda.</p>
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		<title>Honoré de Balzac</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 20:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Honoré de Balzac]]></category>
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		<description><![CDATA[Para Balzac, emitir esperma significava perder a mais pura substância cerebral: sua energia criativa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Honore-de-Balzac.jpg" alt="" title="Honoré de Balzac" width="450" height="574" class="aligncenter size-full wp-image-2506" /><br />
Morto há exatos 160 anos, o escritor francês Honoré de Balzac (1799-1850) estava longe de ser um modelo de forma física atlética. Com apenas 1,60 metro de altura, equilibrava a custo a volumosa massa corporal sobre um par de pernas finas. Contudo, a obesidade não o impediu de praticar seu esporte favorito: as conquistas amorosas. Consta que Balzac transou com centenas de parceiras. Como sua fama era de grosseiro e asqueroso (alimentada por sua falta de higiene e pelos maus modos à mesa – ele espalhava restos de alimentos enquanto comia), a conclusão é uma só: suas cantadas deviam ser irresistíveis.</p>
<p>Aos 23 anos, Balzac conheceu Antoinette de Berny, casada e 20 anos mais velha. Tornaram-se amantes, e ela, que parecia não ter ciúme, o introduziu na vida mundana de Paris. Aconteceu o previsível: em pouco tempo Balzac arranjou outra amante, a duquesa d’Abrantès, passando a viver com as duas. Com pelo menos duas outras namoradas ele teve filhos, em relações fugazes. Já no fim da vida, envolveu-se com uma nobre polonesa muito rica. Casaram-se quando ela enviuvou, mas ele morreu em alguns meses. Com toda a sua atividade de alcova, o homem, mesmo consumindo baldes de café e outros estimulantes, escreveu em 20 anos 97 obras, algumas beirando o pornográfico.</p>
<p>Talvez o segredo de toda essa produtividade estivesse no fato, confidenciado por Balzac a amigos, de que, ao fazer sexo, ele preferia não ejacular, temendo esgotar sua energia criativa. Para Balzac, emitir esperma significava perder a mais pura substância cerebral. E ainda se fala em retenção de líquidos&#8230;</p>
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		<title>Vinicius de Moraes</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 18:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Playboys]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius de Moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinicius de Moraes tinha a harmonia das esferas. O dom de não deixar arestas ou pontas. Foi assim que uma vez ele justificou o fato de conhecer tantas pessoas e fazer tantos amigos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Carioca da gema, cidadão do mundo, trabalhou como diplomata em Los Angeles, Paris, Roma e Montevidéu. Mas foi como poeta, jornalista, dramaturgo e compositor que Vinicius ganhou fama – com Tom Jobim e João Gilberto, foi um dos criadores da Bossa Nova.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-2360" title="Vinicius de Moraes" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Vinicius-de-Moraes.jpg" alt="" width="450" height="560" /></p>
<p>Bon-vivant, celebrou a existência rodeado pelos amigos e apaixonado pelas mulheres. E foram várias&#8230; Aos 9 anos já arriscava um poema para uma coleguinha de classe. Depois, namorou quase todas as amigas da irmã. E acabou por levar ao pé da letra os versos que escreveu para sua primeira mulher, Tati, no Soneto da Fidelidade: “Que seja eterno enquanto dure”. Acabou se casando nada menos que nove vezes! Era do tipo que “adorava mulher, não podia ver uma bunda que já virava o pescoço”, como definiu a afilhada Nana Caymmi. E, justiça feita às titulares, sempre lindas, parece que não perdoava nem as feinhas, a quem pedia afeto e piedade. Valia tudo – versos, serenatas ou chegar junto nos banheiros das boates e festas. Sua terceira mulher, Lila Bôscoli, foi apresentada por Rubem Braga. “Este é o Vinicius de Moraes&#8230; E seja o que Deus quiser!” Já com Nelita, a quinta, houve um contratempo: os pais não aceitavam o namoro, pois ela tinha apenas 19 anos e Vinicius já era cinquentão. A solução foi fugir – os pombinhos pegaram um avião para Paris enquanto a família anunciava o casamento da filha pelos jornais. Seu oitavo casamento foi com Marta Ibañez, quase 40 anos mais jovem. O último, com Gilda Mattoso. Ela, 23 aninhos. Ele, 63. Certa feita, Tom Jobim lhe perguntou, afinal, quantas vezes ele ia se casar. “Quantas forem necessárias”, respondeu.</p>
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		<title>Aly Khan</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 20:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Maomé]]></category>
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		<description><![CDATA[Educado por tutores, ao fim da adolescência foi enviado aos bordéis do Cairo para uma especialização na arte milenar do imusak – técnicas eróticas árabes para, entre outras coisas, retardar ao máximo a ejaculação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2466" title="Aly Khan" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Image11.jpg" alt="" width="450" height="638" /><br />
Entre os grandes playboys dos anos 1940-50 havia um príncipe. Aliás, um autêntico príncipe das Arábias, com fama de rei entre quatro paredes. Nascido em Turim, o príncipe Aly Khan era filho do todo-poderoso Aga Khan III, multimilionário líder religioso e político dos muçulmanos ismaelitas. E seria descendente do próprio profeta Maomé. O príncipe gostava de uma aventura. Na Segunda Guerra, alistou-se na Legião Estrangeira, participou da liberação do sul da França e acabou premiado com a Legião da Honra, a mais alta condecoração militar francesa. Outra paixão eram os cavalos puro-sangue – a família era proprietária de alguns dos principais campeões europeus. Influente, exótico e festeiro como ele só, sua maior reputação, entretanto, era a de amante incansável. Educado por tutores, ao fim da adolescência foi enviado aos bordéis do Cairo para uma especialização na arte milenar do imusak – técnicas eróticas árabes para, entre outras coisas, retardar ao máximo a ejaculação. E assim o príncipe podia dedicar-se com fôlego à aventura que mais o seduzia – o mulherio.</p>
<p>O cara pegava geral: entre outras, as atrizes Joan Fontaine, Zsa-Zsa Gabor, Judy Garland, Kim Novak e a top model Bettina, uma espécie de Gisele Bündchen da época. Mas o grande prêmio na fatura foi mesmo Rita Hayworth, no auge da beleza. Para entender o que isso significava em 1949, três anos antes a atriz havia protagonizado Gilda, filme que a tornaria o maior símbolo sexual daquela década. Ambos eram casados, e o affair virou um escândalo. “Ela está com o homem mais promíscuo da Europa”, teria vociferado o maridão, o cineasta Orson Welles.</p>
<p>Mas o casamento de Aly e Rita durou menos de quatro anos. O motivo foi a incorrigível vida de solteiro que o incansável Aly insistia em levar. Em 1958, o príncipe foi nomeado porta-voz do Paquistão e eleito vice-presidente da Assembleia-Geral da ONU. Para o Washington Post, o primeiro discurso de Aly nas Nações Unidas foi uma ocasião “memorável”, uma vez que seus pronunciamentos anteriores resumiam-se a gritos como “Onde estão as garotas?” e “Vinhos para todos!”.</p>
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		<title>Gustav Klimt</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Pintura]]></category>
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		<description><![CDATA[O pintor simbolista austríaco Gustav Klimt (1862-1918) nasceu feio e, pior, pobre. Ele, contudo, manuseava tão bem o pincel que passou a vida cercado de belas mulheres, freqüentou as altas rodas e até hoje é aclamado como um dos maiores artistas de sua época.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1929" title="Gustav Klimt" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Gustav-Klimt-Playboy.jpg" alt="" width="500" height="635" /></p>
<p>Seu trabalho ornamentou edifícios de Viena como o Teatro Municipal e o Museu da História da Arte. Quando o ministro da Educação encomendou a ele os quadros que representariam os cursos da Universidade de Viena – Filosofia, Medicina e Jurisdição – em sua nova sede, Klimt chocou ao pintar nos painéis imagens de mulheres nuas em poses obscenas e expressões lascivas. Tanta inspiração vinha de seu ateliê, onde nem todas as visitas eram bem-vindas, mas mulheres, sim. Ele pintava de manhã à noite apenas com um roupão. O perverso buscava  inspiração nas várias modelos nuas e semivestidas que circulavam todo o tempo pelo ateliê. Pouca gente sabe, mas primeiro ele as pintava nuas e só depois as cobria com roupas em seus quadros – quando as cobria&#8230;<br />
Outra perversão só descoberta após sua morte em trabalhos inacabados. Muitos acreditam que as moças vinham atraídas por seus inúmeros gatos, outros pelo ambiente erótico mesmo. Seja como for, Klimt jamais quis se casar  com tantos recursos no trabalho. Apesar de conhecido por seu apetite sexual, ele sempre foi discreto com seus casos e jamais protagonizou um escândalo. Reconheceu pelo menos três filhos com duas amantes e teve tantas mais que, após sua morte, pelo menos 14 outros possíveis herdeiros clamaram seus direitos como filhos do pintor. Sua admiração pelo erotismo feminino resultou  em mais de 3 mil trabalhos, como Mulher Sentada Com as Coxas Abertas, Adão e Eva e A Noiva, além de lhe garantir um lugar de destaque entre os grandes playboys da história.</p>
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		<title>Lord Byron</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lord Byron]]></category>
		<category><![CDATA[Playboys]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizer que Lord Byron levou uma “vida de excessos” é pintar sua biografia em cor-de-rosa. Libertino exemplar do século 18, George Gordon Byron “oferecia perigo”. Ainda que gostasse mais de mulheres, a prudência recomendava que um homem nunca desse as costas a ele]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dentro.jpg" alt="" title="Lord Byron" width="450" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-5862" />Dizer que Lord Byron levou uma “vida de excessos” é pintar sua biografia em cor-de-rosa. Libertino exemplar do século 18, George Gordon Byron “oferecia perigo”. Ainda que gostasse mais de mulheres, a prudência recomendava que um homem nunca desse as costas a ele. Poeta que influenciou várias gerações, orador político brilhante e até guerreiro, desde cedo empunhou sua arma do prazer. Aos 7 já brincava de médico com as primas. Aos 10, conheceu Mary Chaworth, três anos mais velha, e teve com ela sua primeira transa. Nessa época, a herança de um tio-avô tirou-o da pobreza e o devolveu à nobreza– seus antepassados lambiam as botas de Henrique VIII. Na nova casa, teve uma governanta que, na hora do nana-neném, fazia o papel de Cuca e vinha pegar o “pequeno lorde” do rapaz. Na adolescência, interessou-se por rapazes e teve de viajar para o exterior para evitar a forca. </p>
<p>Com 20 anos, na Grécia, tentou comprar Teresa Makri, uma menina de 12 anos pela qual pagaria 400 libras esterlinas. Pedido negado pelos pais, Byron voltou para a Inglaterra, assumiu um posto na Câmara dos Lordes e seduziu a esposa do primeiro-ministro William Lamb, Caroline. A moça se apaixonou, mas tomou um fora dele e enlouqueceu quando Byron se casou com a prima dela, Isabella Milbanke. O casamento durou pouco. O lorde engravidou a meia-irmã, Augusta Leigh, e foi acusado de incesto. Com escândalos demais na ficha, deixou a Inglaterra em 1816. Na Suíça, ficou amigo da escritora Mary Shelley e reviveu um antigo affair, Claire Clairmont. Depois seguiu para Veneza, onde pegou, entre outras e outros, Mariana Segatti, Margarita Cogni e a virgenzinha Condessa Guiccioli. Aventureiro, comprou um navio para ajudar os gregos na luta contra os turcos. Mas nem chegou a guerrear. </p>
<p>Adoeceu e morreu em 1824. Um pouco antes, entregou uma autobiografia a seu editor, John Murray, que, consternado com o que leu, queimou. Se o que sabemos é o que foi contado pelos outros, imagine o que saberíamos se sua própria história fosse publicada.</p>
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		<title>Mao Tsé-Tung</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 18:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mao Tsé-Tung]]></category>
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		<description><![CDATA[Dormia com até cinco chinesinhas ao mesmo tempo e incentivava as amantes a apresentá-lo a outras lolitas. Como resultado da bizarrice sexual, acabou pegando herpes genital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/drentu.jpg" alt="" title="Mao Tsé-Tung" width="450" height="574" class="aligncenter size-full wp-image-4504" />Um dos temas mais recorrentes da atualidade é fazer comentários anódinos sobre o desenvolvimento da China. Fala-se da vanguarda da indústria, da agricultura, da ciência, dos esportes e até de um novo capitalismo chinês. Mas pouco se trata dos avanços desse grande playboy-comunista-de-carteirinha: o camarada Mao Tsé-Tung. Mas, que fique bem claro, dos avanços sobre a <em>derrière</em> de seus concidadãos e colegas de Partido. Em 30 anos de poder absoluto, esse misto de Hugo Chávez com Sargentelli teve mais de 3 mil amantes. E isso tudo se recusando a tratar uma doença sexualmente transmissível que infectou centenas de parceiras, sem escovar os dentes (“o tigre não precisa escová-los”) e tomando banho somente no Ano do Porco.</p>
<p>Na verdade, Mao preferia mesmo era ser esfregado com panos úmidos por seus guarda-costas. E estes, dizem os biógrafos, vez ou outra saíam esbaforidos do quarto do Grande Timoneiro, escandalizados com seus xavecos sem claquete. Contudo, aos 60 anos, nem a acupuntura nem o ginseng impediram-no de ficar estéril. E, à medida que ia envelhecendo, preferia cada vez menos os guarda-costas e mais as ninfetas. Dormia com até cinco chinesinhas ao mesmo tempo e incentivava as amantes a apresentá-lo a outras lolitas. Como resultado da bizarrice sexual, acabou pegando herpes genital. Conclusão: que <em>Livro Vermelho</em>, que nada, o Mao queria era rosetar.</p>
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		<title>Roger Vadim</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 19:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brigitte Bardot, Catherine Deneuve e Jane Fonda: o homenageado deste mês traçou as três. Seria mais ou menos como se hoje o cara tivesse Angelina Jolie, Megan Fox e Scarlet Johansson no currículo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/xuxu.jpg" alt="" title="Roger Vadim" width="450" height="584" class="aligncenter size-full wp-image-3994" /><br />
Brigitte Bardot, Catherine Deneuve e Jane Fonda: o homenageado deste mês traçou as três. Seria mais ou menos como se hoje o cara tivesse Angelina Jolie, Megan Fox e Scarlet Johansson no currículo. Por esse fato apenas, amigo leitor, o cineasta francês Roger Vadim se credenciaria para figurar entre os mais ilustres playboys de todos os tempos. Mas ele fez mais pela nobre causa. É considerado, por exemplo, o “criador” de Brigitte Bardot ao botar a ninfeta francesa para rebolar descalça em cima de uma mesa no clássico E Deus Criou a Mulher, de 1956. Brigitte tinha 15 anos quando o conheceu, 18 quando eles se casaram e 23 ao se separar de Vadim. Logo depois o voraz galanteador já estava juntando trapos com Annette Stroyberg, uma graciosa atriz dinamarquesa de 21 aninhos que apareceu em dois de seus filmes. “Ninguém pediria a Rodin que fizesse uma escultura feia. Da mesma forma, só faço filmes com mulheres belas”, explicaria o mestre.</p>
<p>Assim, o cara engatou um namoro com Catherine Deneuve antes de ser o primeiro marido de Jane Fonda, atriz que se tornou sex symbol mundial com a ficção científica Barbarella, de 1968, dirigida por ele. Fonda revelaria mais tarde que “estar com Roger Vadim significava sempre ter outra mulher na cama”. O francês pegador ainda se casou com Catherine Schneider e Marie-Christine Barrault antes de passar desta para uma melhor (e pode ficar melhor que isso?), em 2000.</p>
<p>Conta-se que em seu enterro, em Saint-Tropez, um repórter ouviu a seguinte resposta de um espectador: “Quem sou eu? Mas é preciso ser alguém para chorar a morte do único homem que dormiu com Brigitte Bardot, Catherine Deneuve e Jane Fonda?”</p>
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		<title>Ronaldo Bôscoli</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 15:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ronaldo Bôscoli, que nunca soube tocar um instrumento sequer e, ainda assim, tornou-se um dos maiores nomes da Bossa Nova]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3518" title="Ronaldo Bôscoli" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ronaldinhu.jpg" alt="" width="450" height="587" /><br />
Veja você, caro leitor, como os agraciados com dom de ser playboy conseguem transpor obstáculos que normalmente afastariam os simples mortais do maravilhoso mundo do bom vivantismo. Tome o exemplo de Ronaldo Bôscoli, que nunca soube tocar um instrumento sequer e, ainda assim, tornou-se um dos maiores nomes da Bossa Nova. Carioca stricto sensu, Bôscoli gastava seus dias observando beldades na praia e as noites se dedicando a elas nos bares, onde fez brilhante carreira – especialmente entre belas cantoras. Perceba a perspicácia do rapaz: antenado com o que havia de mais bacana na época, intuiu que comandar espetáculos nas boates do lendário Beco das Garrafas poderia ser uma boa opção para ampliar seu leque de contatos. Acabou amigo da nata do banquinho e violão, conhecendo também muitas das garotas bronzeadas com corpinho de violão que costumavam escoltar essa rapaziada.</p>
<p>Assim, cercou-se de amigos famosos e sempre circulou muito bem acompanhado: era cunhado de Vinicius de Moraes e andava com Tom Jobim, Carlos Lyra e João Gilberto. Com o violonista Roberto Menescal, escreveu as letras de clássicos do gênero como “O Barquinho” e “Nós e o Mar”, que facilitaram bastante o exercício de passar o ro&#8230; isto é, seduzir cantoras e aspirantes bossanovistas. Tanto é que conquistou a ninfeta Nara Leão quando ela tinha 15 anos (sim, é isto mesmo), frequentando o famoso apartamento da família da moça em Copacabana. Chegaram a ficar noivos, mas notícias de jornais dando conta de que Bôscoli andava se engraçando para os lados da cantora Maysa demoveram Nara da idéia. Uma saída clássica para a velha armadilha do casório. A próxima a cantar baixinho no ouvido de Bôscoli foi Elis Regina. Com esta não teve jeito. Entre gritarias e brigas públicas, o casamento durou cinco anos.</p>
<p>Bôscoli ainda viveu com a atriz Mila Moreira e com a advogada Heloísa Paiva. Morreu aos 58 anos o playboy da Bossa Nova que nunca dispensou uma garota de Ipanema.</p>
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		<title>Fela Kuti</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_playboy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nigéria]]></category>
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		<description><![CDATA[Fela acolheu seus amigos, sua banda e, claro, suas namoradas na República de Kalakuta, onde ele era “o cara”. Com um estúdio de gravação próprio, maconha liberada e vida em comunidade, Kalakuta era uma festa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5393" title="Fela Kuti" src="http://playboy.abril.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Fela-Kuti.jpg" alt="" width="450" height="585" />“Nem todo mundo pode transar com duas mulheres todo dia. Eu posso. Gosto disso. Os críticos não gostam, tenho pena deles.” O desavisado que escutasse o músico nigeriano Fela Kuti, em 1978, defendendo seus hábitos sexuais poderia até imaginar que ele tinha duas esposas esperando-o em casa. Errado. Fela tinha 27. Aos 40 anos, quando se casou com todas elas ao mesmo tempo em uma cerimônia ioruba, era o principal popstar da música africana e, provavelmente, seu maior garanhão. Filho de um pastor protestante com uma feminista, Felá Kuti começou sua trajetória de playboy aos 20 anos, quando foi para Londres estudar medicina.</p>
<p>Ao notar a queda que menininhas britânicas tinham pelos músicos de jazz, abandonou a medicina e montou uma banda. Criou o afrobeat, estilo musical que misturava jazz, rock psicodélico, funk e música africana em um som dançante, que deixava as moças inglesas molhadinhas de tanto remexer os quadris. Em 1969, se mandou para os Estados Unidos, onde conheceu Sandra Smith, uma ativista dos Panteras Negras que o influenciou politicamente. Deportado pela Imigração, Fela, agora um ativista anticolonialismo, voltou para a Nigéria e declarou a propriedade da família uma república independente. Acolheu seus amigos, sua banda e, claro, suas namoradas na República de Kalakuta, onde ele era “o cara”. Com um estúdio de gravação próprio, maconha liberada e vida em comunidade, Kalakuta era uma festa.</p>
<p>Até que, em 1977, mil soldados do exército nigeriano invadiram o local, atearam fogo em tudo e puseram Fela pra correr. Um ano depois, ele se casou com suas 27 mulheres, em uma clara provocação ao governo. Questionado sobre como fazia para administrar tantos caprichos femininos, o músico declarou que havia encontrado uma solução simples: criou um sistema de rodízio em que mantinha apenas 12 esposas simultaneamente.</p>
<p>Mestre.</p>
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